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JESUS, MAÇOM.
José Castellani“Emanuel foi o nome dado a Jesus ao vir ao mundo. Era um menino possuidor de alta inteligência, Q.I. bastante alto.
Na ordem maçônica dos essênios só era permitido iniciar candidatos com idade mínima de dezessete anos: Emanuel, com doze anos de idade, procurou ingressar na Ordem Maçônica, mas como não era permitida Iniciação com aquela idade, os padres essênios levaram-no para educa-lo numa escola na Alexandria. Quando completou dezessete anos, Emanuel foi iniciado na Ordem Maçônica dos essênios. Os Maçons receberam nomes simbólicos em suas Iniciações, Elevações e Exaltações a depender do Ritual utilizado pela Loja. Emanuel, em sua Iniciação, recebeu o nome simbólico de Jesus que quer dizer JUSTO, e na Exaltação recebeu o nome simbólico de CRISTO, que significa PERFEITO. Até a idade de dezessete anos só era conhecido pelo seu nome profano, Emanuel. A Exaltação de Jesus ou seu ingresso no terceiro Grau, da Ordem Maçônica dos essênios ocorreu no dia vinte e cinco de dezembro do ano trinta. Os Reis Magos também eram maçons. Os seus nomes simbólicos eram: Gaspar, Melchior e Baltazar. Gaspar era Rei da Índia, Melchior, Rei do Egito, Baltazar, Rei da Babilônia. Eles estiveram presentes às solenidades de Exaltação de Emanuel. Emanuel nasceu em vinte e três de dezembro do ano um. Os Reis Magos não estiveram presentes no nascimento de Emanuel e sim em sua Exaltação na Ordem Maçônica. Jesus foi um grande maçom. Tudo foi tão JUSTO E PERFEITO com Jesus Cristo, que tornou-se muito mais conhecido na história da humanidade pelos seus nomes simbólicos --- Jesus, Cristo --- do que pelo seu nome profano, Emanuel. A Iniciação na Maçonaria dá-se no primeiro Grau, a Elevação no segundo Grau e a Exaltação no terceiro Grau. Já sabemos que no primeiro Grau, Emanuel recebeu o nome simbólico de Jesus e de Cristo no terceiro. O segundo Grau era também conhecido como o Grau de profeta. Nesse Grau Jesus recebeu o nome simbólico de Issa”. (os grifos são meus)*
“Jesus foi nosso Irmão, iniciado numa Loja essênia”
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O primeiro texto está inserido no certificado de presença de uma Loja brasileira, sem que conste o nome de qualquer autor, ou bibliografia. O segundo texto fez parte de uma palestra feita por um antigo maçom. Asas à imaginação!
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A realidade histórica
Dificilmente são vistas tantas informações sem qualquer compromisso com a verdade histórica, que vive apenas de fatos e não de especulações. Alguns tópicos merecem uma análise mais profunda:
1. “Emanuel foi o nome dado a Jesus ao vir ao mundo. Era um menino possuidor de alta inteligência. Q.I. bastante alto”.
Comentário:
Inicialmente, cabe perguntar como é que se media o Q.I. há 2000 anos, já que essa prática é recente, do século XX. Em segundo lugar, é necessário esclarecer que Emanuel --- que, realmente, significa Deus conosco --- foi o título pelo qual o profeta Isaías chamou o Messias que viria, como se pode constatar em Isaías, 7 – 14 e em 8-8 e em Mateus 1 – 23:
O nome do Messias, na realidade, era mesmo Jesus, forma latina da palavra hebraica Ieshua, que significa Salvador. E existiram, na História hebraica, outros homens com esse nome: um Jesus, sumo sacerdote, depois do exílio na Babilônia (538 a.C.); um Jesus, chamado o Justo, louvado por Saulo (S. Paulo) como auxiliar no reino de Deus: e um Jesus, filho de Sirac, autor do Eclesiastes.
2. “Na ordem maçônica dos essênios só era permitido iniciar candidatos com idade mínima de dezessete anos; Emanuel, com doze anos, procurou ingressar na Ordem Maçônica, mas como não era permitida iniciação naquela idade, os padres essênios levaram-no para educa-lo numa escola de Alexandria: quando completou dezessete anos, Emanuel foi iniciado na Ordem Maçônica dos essênios”.
Comentário:
A maçonaria, mesmo que os místicos fantasistas e sem base histórica desejem o contrário, é uma ordem que surgiu na Idade Média. Não havia, portanto, maçonaria no início do Universo, na Pré-História, no Parque dos Dinossauros, no Paraíso, ou no início da era atual. Falar, portanto, em “ordem maçônica dos essênios”, é absoluta heresia histórica. Além de tudo, os essênios foram bem conhecidos, historicamente, graças a Flávio Josefo e Filon, historiadores contemporâneos de Jesus, os quais nos dão conta de que eles --- que nem são citados no Evangelho --- formavam uma comunidade de homens e mulheres, que levavam uma vida austera, praticavam o celibato e tinham os seus bens em comum. Nada, historicamente, autoriza a afirmação de que eles possuíam ritos iniciáticos para a sua seita, simplesmente contemplativa, e muito menos de que havia uma idade mínima --- 17 anos --- para a “iniciação”. De onde foi tirado isso? Existe, sim, a iniciação religiosa do menino e da menina judia --- o bar-mitsvá e o bat-mitsvá, respectivamente --- aos 13 anos de idade.
Os hebreus e --- a partir do exílio na Babilônia --- judeus, tinham de maneira geral, os seus sacerdotes, da tribo dos Levitas, os quais oficiavam os serviços do templo de Jerusalém. Mas os essênios, que não participavam dos serviços litúrgicos do templo, não possuíam sacerdotes (muito menos “padres”, que são sacerdotes católicos), segundo os historiadores, já citados, da época.
A afirmação de que Jesus foi levado, para ser educado numa escola de Alexandria, é altamente temerária, por incidir em improbabilidades. Em primeiro lugar, Alexandria foi fundada pelo macedônio Alexandre Magno, em 332 a.C., no Mediterrâneo, a 206 quilômetros do Cairo, e disputava, com Roma, o título de maior cidade do mundo, sendo um grande centro da cultura grega. Mas a Judéia era província romana, o que tornava, portanto, muito mais lógico e racional que alguém, de lá saindo, fosse estudar em Roma e não na Alexandria grega.
Em segundo lugar, muitos levantam dúvidas sobre a existência real de Jesus, que teria nascido no ano 749 de Roma, ou ano 4 antes da era atual. Porém, a sua existência histórica é amplamente aceita pela comunidade científica, por comparação do contexto político, religioso e social de sua vida com os documentos e as informações arqueológicas. Embora Flávio Josefo e os historiadores romanos Tácito e Suetônio não o mencionem, suas descrições dos locais, dos costumes e das pessoas da época confirmam os dados dos evangelhos, escritos por contemporâneos de Jesus. Existe, todavia, uma fase oculta em sua vida, a qual não é abordada nem por esses contemporâneos, por ser absolutamente desconhecida. Seu nascimento e infância são descritos nos evangelhos, principalmente no de Lucas, terminando no regresso da família a Nazaré, depois da fuga para o Egito. O período da vida oculta de Jesus compreende os anos passados em Nazaré, após o retorno do Egito, e, dele, os evangelistas apenas abordam o episódio da peregrinação a Jerusalém --- ao templo --- quando ele tinha doze anos de idade. Depois disso, só há registro de sua vida pública, cerca de vinte anos depois, quando ele iniciou a sua pregação e a divulgação de suas idéias, como se pode ver no Evangelho segundo Mateus.
É exatamente esse período, por não ter nenhum relato --- por isso é chamado de “vida oculta” --- que é altamente explorado pelos fantasistas, cujas elucubrações não têm nenhum compromisso com a realidade. Assim, segundo alguns, Jesus teria estado no Tibete; ou, segundo outros, na Índia, onde, entre budistas, teria o nome de Jesse; ou, ainda, no Egito, ou......, ou......... . e até numa escola em Alexandria e na “ordem maçônica dos essênios”!!!
3. “Emanuel, em sua iniciação, recebeu o nome simbólico de Jesus, que quer dizer Justo, e, na Exaltação, recebeu o nome simbólico de Cristo, que quer dizer Perfeito”.
Comentário:
Como já foi visto, Ieshua (Jesus) significa “Salvador”, ou “Deus é o seu auxílio”. Existiu um outro Jesus, que foi cognominado “o Justo” --- não que o nome significasse “Justo” --- mas não se devem misturar alhos com bugalhos.Já a palavra Cristo é originária do grego “Khristos”, que é a tradução do termo hebraico “Meshiakh”, que significa “Messias”, ou “Ungido”. Não tem nada de “justo e Perfeito”. Parece que o texto do certificado quer ligar Jesus a essa expressão, que era típica dos canteiros --- operários que esquadrejavam a pedra de cantaria --- medievais e que chegou à moderna maçonaria. Entre os canteiros, um Zelador, ou Vigilante, media a horizontalidade da pedra, com o nível, enquanto o outro media a sua verticalidade com o prumo, anunciando, depois, ao proprietário (ou o master): “tudo está justo e perfeito”; isso era feito no início e no fim dos trabalhos, para surpreender possíveis sabotagens do trabalho, coisa comum, diante da rivalidade das organizações profissionais de canteiros, que eram muito requisitados e considerados, já que, da perfeita forma cúbica das pedras, dependia a estabilidade das construções.
4. “A exaltação de Jesus, ou seu ingresso no terceiro grau, da Ordem maçônica dos essênios ocorreu no dia 25 de dezembro do ano trinta”.
Comentário:
Alguém deve ter visto a ata dessa sessão de Exaltação!
E por que falar de ano trinta, se o calendário atual estava longe de ser inventado? Por que não 3791 da era hebraica, já que os essênios eram judeus, como Jesus?
Fantasia, imaginação e mistificação! Seria bom que o desconhecido redator do texto conhecesse um pouco da História maçônica, para saber que o terceiro grau só foi introduzido no século XVIII e o segundo, no século XVII. E para saber que só se afirma alguma coisa à luz de documentos, ou de bibliografia fidedigna e não “sonhando”. Seria interessante conhecer, também, a situação político-religiosa da época de Jesus:
Desde a reconstrução do templo de Jerusalém, após o exílio na Babilônia --- 586 a 538 a.C. --- por Zorobabel, a vida religiosa em torno dele sempre foi muito intensa e vibrante, com a finalidade de preservar a pureza e a autenticidade das tradições hebraicas, constantemente ameaçadas pelos invasores. Existiam, todavia divergências teológicas e rivalidades políticas, que iriam originar três seitas, ou, na realidade, verdadeiros partidos de política religiosa: a dos saduceus, a dos fariseus e a dos essênios.
Os saduceus compunham o partido sacerdotal e dos poderosos, baseando toda a sua atividade na fidelidade intransigente aos texto da Torá --- os cinco primeiros livros bíblicos : Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio --- e lutando pela supremacia do povo eleito e pela grandeza espiritual do templo. Para os saduceus, somente as disposições legais e as crenças explícitas na Torá é que determinavam o rumo da fé de Israel. Daí a sua extrema severidade nas leis penais e o fato de não aceitarem interpretações e especulações sobre o texto da lei, que teria sido recebida por Moisés, no monte Horeb, no Sinai. Por isso, eram adversários dos fariseus, que defendiam princípios não formulados, explicitamente, na Torá. Aferrados ao templo, os saduceus desapareceriam junto com ele, quando da destruição de Jerusalém, no ano 70 da era atual (3830 da era hebraica), pelas tropas romanas do imperador Tito, no dia 9 do mês av.
Os fariseus (do hebraico: perushin = separados), cuja importância havia crescido a partir do século II a.C., admitiam, além da tradição escrita da Torá, uma extensa tradição oral, que, segundo eles, autorizava, aos doutores da Lei, a interpretação do texto e a adaptação dele às diversas circunstâncias concretas da História. Compondo uma ordem religiosa, contemplativa e docente, os fariseus definiram as estruturas básicas do judaísmo, as quais iriam ser, em larga escala, absorvidas pelo cristianismo: a justiça de Deus e a liberdade do homem; a imortalidade pessoal: o julgamento após a morte; o paraíso, o purgatório e o inferno; a ressurreição dos mortos; o reinado de glória. Tais conceitos doutrinários seriam levados, ao cristianismo, por Saulo --- canonizado como São Paulo --- que se proclamava “fariseu, filho de fariseus”.
No primeiro século antes da era cristã, o movimento farisaico dividia-se em duas facções rivais: a de Shamai, rigorosa e intransigente na interpretação da Torá --- a ala extremista dos zelotes, que inspirou a revolta contra Roma era dessa facção --- e a de Hilel, o Velho, mais moderada. Quando o templo foi definitivamente destruído, foi a corrente de Hilel que manteve a unidade doutrinária do farisaísmo e que, por meio dele, proporcionou a sobrevivência do judaísmo. Com o conhecimento, que se possui, sobre a doutrina farisaica e sobre o aproveitamento desta pela Igreja, não se compreende o grosseiro conceito que se faz dos fariseus, o juízo pejorativo, geralmente injusto e que não considera a função fundamental que eles exerceram na vida religiosa judaica e, por extensão, na de toda a humanidade, através do aproveitamento de sua doutrina por outras religiões. O conceito pejorativo, que deles se faz, deve-se, fundamentalmente, à interpretação clerical dos Evangelhos, a qual os rotula como fanáticos e hipócritas, em geral, embora fanáticos e hipócritas existam em qualquer grupo religioso, ou seita.
Os essênios, embora sua atividade fosse descrita por Flávio Josefo e Filon, tornaram-se mais conhecidos a partir da descoberta dos manuscritos de Cumrán, ou manuscritos do Mar Morto. Eles formavam comunidades que praticavam um monaquismo, através do qual homens e mulheres, provindos de diversas regiões de Israel, agrupavam-se, para uma vida consagrada ao ideal de uma vida religiosa de isolamento, contemplação e silêncio. O ingresso na comunidade implicava o voto de viver, de acordo com os preceitos da Torá, uma existência de oração, pobreza, obediência e pureza, através da submissão à vontade de Deus. Isolados e quase enquistados, não participavam das atividades do templo, tendo pouca influência na vida religiosa judaica, embora alguns de seus hábitos, exclusivamente religiosos, tivessem sido aproveitados, chegando até à Igreja : preces e estudos em comum, preparando a alma para a eternidade; ressurreição dos mortos; purificação pela água; e a comunhão da confraria no vinho e no pão consagrados, origem da eucaristia. A comunidade dos essênios também iria desaparecer com a derrocada nacional, após a destruição de Jerusalém e do terceiro templo.
5. “Emanuel nasceu a 23 de dezembro do ano um”.
Comentário:
Eureka! Fez-se a luz! Ninguém, até hoje, sabia a data exata do nascimento de Jesus, nem mesmo os mais profundos estudiosos da História e da Arqueologia. Agora já se sabe, graças à sábia informação contida nesse folheto!
Sabe-se --- ou seria melhor dizer “sabia-se”? --- que a data de 25 de dezembro, para o nascimento de Jesus, é completamente fictícia e foi baseada no mitraismo persa, adotado pelos romanos. Como a noite de 24 para 25 de dezembro é a mais longa --- e, geralmente, a mais fria --- do ano, no hemisfério Norte, os adoradores do deus Mitra (o Sol), realizavam uma cerimônia , “Natalis Invicti Solis” (Nascimento do Sol Vitorioso), onde, durante a longa e fria noite, eram realizados cultos propiciatórios, pela volta da luz do Sol e do calor. O cristianismo, aproveitando essa cerimônia mitraica e assimilando Jesus à luz do mundo, fixou essa data, como se fosse a do nascimento de Jesus, já que não se sabe nem o dia e nem o ano em que isso ocorreu. Ou melhor, não se sabia!!!!
6. “Gaspar era rei da Índia; Melchior, rei do Egito; Baltazar, rei da Babilônia”.
Comentário:
Nada prova que os três personagens eram, realmente, reis, embora sejam tidos, popularmente, como tal. As Escrituras, em momento algum, fornecem informações suficientes para que se possa estabelecer qual é o país de cada um, destacando, apenas, que eram do Oriente. Até o número dos “reis magos” é motivo de controvérsia, pois já se falou em 3, 4, 5, 6 e até 12! O número de três se deveu à tradição, segundo a qual eles se apresentavam como representantes das três raças: branca, negra e amarela.
Os nomes pelos quais ficaram conhecidos também são duvidosos, pois resultam de uma tradição tardia e não da época em que os fatos teriam acontecido. E é mais provável que tais personagens fossem meros viajantes, com conhecimentos de ciências naturais e de astrologia. Quem disse que eles eram, respectivamente, reis da Índia, do Egito e da Babilônia? Da Babilônia, seria impossível! Depois do domínio persa, iniciado com Ciro, o Grande, em 539 a.C., a Babilônia conheceu o período helenístico, quando entrou em decadência, desaparecendo antes do início da era cristã. O termo “babilônia” surge, no Novo Testamento, apenas de forma metafórica, para designar a Roma pagã, ou o próprio mundo. Como Baltazar poderia ser rei de um Estado desaparecido? E como Melchior poderia ser rei do Egito, se o Egito, desde 30 a.C., era província romana? E nem se fale da Índia, que, na época, estava tão dividida, que nem se poderia falar em um governo único. Conclusão: “invenção”!
7. “O segundo grau era também conhecido como o grau de profeta. Nesse grau, Jesus recebeu o nome simbólico de Issa”.
Comentário:
Abstraindo essa história fantástica de segundo grau, sem qualquer comprovação --- o segundo grau, na maçonaria, surgiria no final do século XVII --- a própria explicação sobre esse nome, a mais aceita, é, também, mera especulação: “Issa” teria sido o nome de Jesus, quando de sua permanência nos claustros do Tibete. Isso, obviamente, é mera suposição, embora Raul Silva, um místico sem bagagem histórica, em seu antigo livro “Maçonaria Simbólica” --- da editora ocultista Pensamento --- diga que “um nosso irmão russo, de nome Nicktowysk, compulsando esses documentos da antiguidade, neles encontrou a permanência de Jesus, durante anos, no convento do Tibete, sendo ali conhecido com o nome de profeta Issa”. Só que ninguém sabe quem é Nicktowysk e tais “documentos” nunca foram exibidos, o que leva à conclusão de que se trata de mais uma farsa. Mais uma!
Acrescente-se, porém, que, para o Islã --- a religião fundada por Mohammed ibn Abdallah (Maomé), no século VI da era atual ---- Adão foi o primeiro profeta e Jesus, um dos profetas mais perfeitos. Daí a origem desse título, que nada tem a ver com o Tibete e nem com uma eventual e fantástica “maçonaria dos essênios”.
8. “Os Reis Magos também eram maçons”.
Comentário:
Do livro, em preparo, “Manias e Crendices, em nome da Maçonaria”.
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Se Perguntarem: Quantos Sois Vós? Respondereis: SOMOS UM SÓ.
GRUPO MASONICO INTERNACIONAL MESTRE-MAESTRO
el?Emanuel era el nombre dado el Jesús al venir al mundo.
Él era un muchacho que poseía de la alta inteligencia, Q.I. suficientemente alto. En la orden del maçônica de los essênios unos a le se permitió solamente iniciar a candidatos con la edad mínima de los años del dezessete: Emanuel, con doce años de la edad, buscados para inscribir a la orden de Maçônica, pero como a le se prohibió la iniciación con esa edad, a los sacerdotes de los essênios la había tomado para la educa en una escuela en Alexandría.
Cuando terminó años del dezessete, Emanuel fue iniciado en la orden de Maçônica de los essênios. El Maçons había recibido nombres simbólicos en sus iniciaciones, subidas y estremecimientos para depender del ritual usado para el almacén. Emanuel, en su iniciación, recibió el nombre simbólico de Jesús que desea decir APENAS, y en el estremecimiento él recibió el nombre simbólico de CRISTO, que él significa PERFECTO.
Hasta la edad de los años del dezessete solamente lo conocían para su nombre del profane, Emanuel. El estremecimiento de Jesús o de su ingression el tercer grado, de la orden de Maçônica de los essênios ocurrió en el día veinte y cinco de diciembre del año treinta. Los reyes de Magos también eran maçons. Sus nombres simbólicos eran: Caspar, Melchior y Baltazar. Caspar era rey de la India, Melchior, rey de Egipto, Baltazar, rey de Babilônia.
Habían sido regalos a los solemnities del estremecimiento de Emanuel. Emanuel fue llevado en veinte y tres de diciembre del año uno. Los reyes de Magos no habían sido regalos en el nacimiento de Emanuel y sí en su estremecimiento en la orden de Maçônica. Jesús era gran maçom. Todo era tan JUSTO y PERFECTO con Jesús Cristo, que se sabía en la historia de la humanidad para sus nombres simbólicos --- Jesús, Cristo --- de eso para su nombre del profane, Emanuel. La iniciación en la albañilería se da en el primer grado, la subida adentro como el grado y el estremecimiento el tercer grado. Sabemos ya que el primer grado, Emanuel recibió el nombre simbólico de Jesús y de Cristo en tercer. Como el grado también era conocido como el grado del profeta. Este grado Jesús recibió el nombre simbólico de Issa. ¿(los grifos son los míos) * el?Jesus era nuestro hermano, iniciado en un almacén del essênia? * * el primer texto se inserta en el certificado de la presencia de un almacén brasileño, sin ése el nombre de cualquier autor consiste, o bibliografía. Pues el texto era parte de una conferencia hecha para un viejo maçom. ¡Ala a la imaginación! * * * la realidad histórica apenas se considera tanta información sin ninguna comisión con la verdad histórica, esa las vidas solamente de hechos y no de especulaciones.
Algunos asuntos merecen un análisis más profundo: 1.?Emanuel era el nombre dado el Jesús al venir al mundo. Él era un muchacho que poseía de la alta inteligencia. Q.I. suficientemente alto. Comentario: ¿Inicialmente, ajuste pedir al igual que que si midiera el Q.I. tiene 2000 años, puesto que este práctico es reciente, del siglo XX adentro según lugar, es necesario clarificar ese Emanuel --- qué, realmente, significa a dios con nosotros --- era el título para el cual el profeta Isaiah llamó el Messias que vendría, como si pueda evidenciar en Isaiah, 7? ¿14 y en 8-8 y Mateus 1? 23: El nombre del Messias, en la realidad, era el mismo Jesús, forma latina de la palabra hebrea Ieshua, que significa el Salvador. E había existido, en historia hebrea, otros hombres con este nombre: un Jesús, el sacerdote del punto más alto, después del exile en Babilônia (CA 538.); un Jesús, llamado apenas, elogiado por Saulo (S. Paulo) en cuanto a ayuda en el reino del dios: e un Jesús, hijo de Sirac, autor del Eclesiastes. la orden del maçônica 2.?Na de los essênios unos fue permitida solamente iniciar a candidatos con la edad mínima de los años del dezessete; Emanuel, con doce años, buscados para incorporar la orden de Maçônica, pero como a le se prohibió la iniciación en que la edad, los sacerdotes de los essênios había tomado para la educa en una escuela de Alexandría: cuando terminó años del dezessete, Emanuel fue iniciado en la orden de Maçônica de los essênios. Comentario: La albañilería, exactamente de que los místicos de los fantasistas y sin deseo bajo histórico el contrario, es una orden que apareció en la edad media. No tenía, por lo tanto, albañilería en el principio del universo, de Pré-História, del parque del Dinossauros, del paraíso, o del principio de la edad actual.
Hablarlo, por lo tanto, en el maçônica de los essênios, del they?ordem es heresy histórico absoluto. Más allá de todo, los essênios habían sido bien sabido, historicamente, gracias a Flávio Josefo y Filon, contemporáneos de los historiadores de Jesús, que adentro les da la cuenta de eso que él --- citan eso ni lo en el Evangelho --- formó a comunidad de hombres y las mujeres, que tomaron una vida austera, practicaron el celibato y tenían sus mercancías en campo común. Nada, historicamente, autoriza la afirmación de eso ellos los rites de los iniciáticos del possuíam para su seita, simplemente contemplativa, mucho menos de eso que tenía una edad mínima --- 17 años --- para the?iniciação. ¿De dónde estaba sacado esto? Existe, sí, la iniciación religiosa del muchacho y de la muchacha él los mistreats --- la barra-mitsvá y el palo-mitsvá, respectivamente --- a los 13 años de la edad.
Los hebreos y --- del exile en Babilônia --- el judío, tenían en la manera general, sus sacerdotes, de la tribu él Levitas, que ofició los servicios del templo de Jerusalén. Pero los essênios, de que no participaron de los servicios litúrgicos del templo, no los sacerdotes del possuíam mucho menos (los?padres, que son católicos de los sacerdotes), según los historiadores, citados ya, del tiempo. La afirmación de ese Jesús fue tomada, para ser educada en una escuela de Alexandría, es altamente imprudente, para suceder en improbabilities. En el primer lugar, Alexandría fue establecida por el gran Alexander macedónico, en la CA 332, en el mediterráneo, los 206 kilómetros del El Cairo, y disputada, con Roma, el título de una ciudad más grande del mundo, siendo un gran centro del Griego de la cultura. Pero el Judéia era provincia romana, qué se convirtió en, por lo tanto, mucho más lógico y racional quién alguien, allí de irse, debía estudiar en Roma y no en Griego de Alexandría. En según lugar, muchas dudas del aumento en la existencia verdadera de Jesús, que habría sido nata en el año 749 de Roma, o el año 4 antes de la edad actual. Sin embargo, su existencia histórica se acepta extensamente para la comunidad científica, para la comparación del político del contexto, religioso y social de su vida con los documentos y la información arqueológica.
Aunque Flávio Josefo y los historiadores romanos Tácito y Suetônio no la menciona, sus descripciones de los lugares, de los costumbres y de la gente del tiempo confirman los datos de los evangelhos, escritos para los contemporáneos de Jesús. Existe, sin embargo, una fase oculta en su vida, que no se sube ni para estos contemporáneos, para ser absolutamente desconocido. Su nacimiento e infancia se describen en los evangelhos, principalmente en el que esta' de Lucas, acabando en la vuelta de la familia el Nazaré, después del escape para Egipto.
El período de la vida oculta de Jesús entiende los años pasados en Nazaré, después de que la vuelta de Egipto, y, de él, los evangelistas unos acerquen solamente al episodio del peregrination la Jerusalén --- al templo --- cuando tenía doce años de la edad. Después de esto, tiene solamente registro de su vida pública, cerca de veinte años más tarde, cuando inició su pregação y separarse de sus ideas, como si él pueda ver en el Evangelho según Mateus. ¿Es exactamente este período, porque no tener ninguna historia --- por lo tanto es el called?vida oculto? --- ese es explorado altamente por los fantasistas, que lucubrations no tienen ninguna comisión con la realidad. Así, según alguno, Jesús habría estado en Tíbet; o, según otros, en la India, en donde, entre los budistas, él tendría el nombre de Jesse; o, inmóvil, en Egipto, o......, o.......... ¡e en una escuela en Alexandría y en el maçônica del even?ordem de los essênios! 3.?Emanuel, en su iniciación, recibió el nombre simbólico de Jesús, que desea decir apenas, y, en el estremecimiento, él recibió el nombre simbólico de Cristo, que desea decir perfecto. Comentario: Pues fue visto ya, el means?Salvador de Ieshua (Jesús), or?Deus es su ayuda. ¿Fue existido un otro Jesús, quién el cognominado?o apenas? ¿--- no que el meant?Justo conocido? --- pero si no tienen que mezclar garlics con bugalhos.Já los word?Khristos Cristo son originary del Griego, that?Meshiakh son la traducción del término hebreo, que él los means?Messias, or?Ungido.
No tiene nada of?justo y no lo perfeccionó. Se parece que el texto del certificado desea atar a Jesús a esta expresión, eso era típico de los seedbeds --- trabajadores de los cuales el esquadrejavam la roca cantaría --- medievales y que llegó la albañilería moderna. Entre los seedbeds, un vigilante, o el vigilante, midió el horizontalidade de la roca, con el nivel, mientras que el otro midió su montante con la plomada, anunciación, más adelante, al propietario (o al amo): es justo y perfecto; esta edad hecha en el principio y el extremo de los trabajos, a continuación para sorprender los sabotajes posibles del trabajo, cosa común, de la rivalidad de las organizaciones profesionales de los seedbeds, que muy fueron solicitados y considerados, puesto que, de la forma cúbica perfecta de las rocas, la estabilidad de las construcciones dependió. 4.?A el estremecimiento de Jesús, o su ingression el tercer grado, de la orden del maçônica de los essênios ocurrió en el día 25 de diciembre del año treinta. Comentario: ¡Alguien debe haber visto el acto de esta sesión del estremecimiento! ¿E por qué hablar del año treinta, si el calendario actual lejano de era inventado? ¿Por qué no 3791 de la edad hebrea, puesto que los essênios eran judíos, como Jesús? ¡Suposición, imaginación y el meaconing! Sería bueno que el redactor desconocido del texto sabía una poco de historia del maçônica, saber que el tercer grado solamente fue introducido en el siglo XVIII y como, en el siglo XVII. E para saber que una cierta cosa a la luz de la bibliografía o del documento del trustworth está afirmada solamente, y not?sonhando.
Sería interesante saber, también, la situación poli'tico-religiosa de la época de Jesús: Desde la reconstrucción del templo de Jerusalén, después del exile en Babilônia --- 586 la CA 538. --- para Zorobabel, la vida religiosa en el torno de él era siempre muy intenso y vibrant, con el propósito de preservar el pureness y la autenticidad de las tradiciones hebreas, amenazados constantemente para los invasores. Existieron, no obstante las divergencias y la política theological de las rivalidades, que iría a originar tres seitas, o, en la realidad, izquierda verdadera de la política religiosa: del saduceus, del fariseus y de los essênios.
El saduceus compuso el partido sacerdotal y los de gran alcance, basando toda su actividad en la lealtad intransigente al texto del Torá --- los cinco primeros libros bíblicos: Gênesis, éxodo, Levítico, Números y Deuteronômio --- y luchando para el supremacy de la gente del elegir y para el espiritual del largeness del templo.
Para el saduceus, las disposiciones legales y la creencia explícita en el Torá solamente son que determinaron la ruta de la fe de Israel. Allí de su severidad extrema en los derechos penales y el hecho para no aceptar interpretaciones y especulaciones en el texto de la ley, eso habría sido recibida para Moisés, en el montaje de Horeb, el Sinaí. Por lo tanto, eran adversarios del fariseus, que defendió los principios no formulados, explicitamente, en el Torá.
Agarrado al templo, el saduceus desaparecería junto con él, cuando de la destrucción de Jerusalén, en el año 70 de la edad actual (3830 de la edad hebrea), para las tropas Romans del emperador Tito, en el día 9 del mes sistema de pesos americano. El fariseus (de el hebreo: el perushin = se separa), que importancia había crecido de la CA del siglo II, admitió, más allá de la tradición escrita del Torá, una tradición verbal extensa, que, según ellas, authorizeed, a los doctores de la ley, la interpretación del texto y la adaptación de él a las circunstancias concretas diversas de la historia.
Componiendo un religioso, el contemplativa y enseñando orden, el fariseus había definido las estructuras básicas del judaísmo, que iría a estar, en la escala ancha, absorbida para el cristianismo: la justicia del dios y de la libertad del hombre; la inmotalidad la personal: el juicio después de la muerte; el paraíso, el purgatório y el infierno; el resurrection de difuntos; el reinado de la gloria.
Tales conceptos doctrinales serían llevados, el cristianismo, para Saulo --- canonizado como São Paulo --- ese él eran el proclaimed?fariseu, hijo del fariseus. En el primer siglo antes de la edad cristiana, el movimiento del farisaico fue dividido en dos facciones rivales: de Shamai, riguroso e intransigente en la interpretación del Torá --- la sección de zelotes, de que del extremista que inspiró la rebelión contra Roma estaba de esta facción --- y de Hilel, viejo, el más moderado.
Cuando el templo fue destruido definitivo, era la cadena de Hilel que guardaron la unidad doctrinal del farisaísmo y que, para la manera de ella, con tal que la supervivencia del judaísmo. Con conocimiento, ése si él possesss, en farisaica de la doctrina y en la explotación de esto para la iglesia, no si entiende el concepto grueso que si las marcas del fariseus, el pejorativo del juicio, generalmente injusto y que no considera la función básica que habían ejercido en la vida religiosa e judía, para la extensión, en la que esta' de toda la humanidad, con la explotación de su doctrina para otras religiones.
El concepto del pejorativo, de que de ellas si las marcas, deben, básicamente, a la interpretación administrativa del Evangelhos, que fricción ellas como fanáticas y hypocritical, en general, incluso tan fanático y hypocritical existen en cualquier grupo religioso, o seita. Los essênios, incluso su actividad fueron descritos tan para Flávio Josefo y Filon, se habían sabido más del descubrimiento de los manuscritos de Cumrán, o de los manuscritos de los muertos del mar. Formaron a comunidades que practicaron un monaquismo, con que los hombres y las mujeres, venidas de regiones diversas de Israel, agruparon ellos mismos, por una vida consecrated al ideal de una vida religiosa del aislamiento, de la contemplación y del silencio.
El ingression en la comunidad implicó el voto de vivir, de acuerdo con las reglas del Torá, de una existencia de la oración conjuntiva, de la pobreza, de la obediencia y del pureness, con la sumisión a la voluntad del dios. Aislado y casi los enquistados, no participaron de las actividades del templo, haciendo que poco influencie en la vida religiosa judía, incluso así que algunos de sus hábitos, exclusivamente religioso, habían sido utilizados a la ventaja, llegando hasta una iglesia: preces y estudios en el campo común, preparando el alma para la eternidad; resurrection de difuntos; purificação para el agua; e el communion de la fraternidad en el vino y el pan consecrated, origen del eucaristia. La comunidad de los essênios también iría a desaparecer con la destrucción nacional, después de la destrucción de Jerusalén y del tercer templo. 5.?Emanuel fue llevado los 23 de diciembre del año uno. Comentario: ¡Eureka! ¡Se convirtió en luz!
Nadie, hasta hoy, persona sabia la fecha exacta del nacimiento del Jesuses, no incluso el estudioso más profundo de la historia y Archaeology. ¡Ahora ella se conoce ya, gracias a la información sabia contenida en este folleto! ¿Ella se conoce --- o ella sería mejor al say?sabia? --- que la fecha de 25 de diciembre, para el nacimiento de Jesús, es totalmente ficticia y fue basada en el mitraismo persa, adoptado para el Romans. ¿Cómo la noche de 24 para 25 de diciembre es la más larga --- y, generalmente, la mayoría frío --- del año, en el hemisferio del norte, los adoradores del dios junta con junta a inglete (el sol), llevado con los ceremony?Natalis Invicti Solis? (nacimiento del sol victorioso), donde, durante la noche larga y fría, los propiciatórios cultivados fueron llevados a través, para la vuelta de la luz del sol y del calor.
El cristianismo, usando a la ventaja esta ceremonia del mitraica y asimilando a Jesús a la luz del mundo, fijada esta fecha, pues estaba del nacimiento de Jesús, puesto que no sabe ni el día y ni el año donde ocurrió éste. ¡O mejore, no si persona sabia! 6. rey to?Gaspar de la edad de la India; Melchior, rey de Egipto; Baltazar, rey de Babilônia.
Comentario: Nada prueba que eran los tres personages, realmente, los reyes, incluso así que se tiene, popular, como tal. Las escrituras santas, en todo momento, proveen bastante información de modo que si puede establecer cuál es el país de cada, separando, sólo, que él estaba del este. ¿Hasta el número de los magos?reis? ¡es razón de la controversia, por lo tanto fue dicho ya en 3, 4, 5, 6 y hasta 12! El número tres si tuvo que la tradición, según la cual fueron presentados como representante de las tres razas: blanco, negro y dé vuelta al amarillo.
Los nombres para los cuales también había sido sabido son dudoso, por lo tanto resultan de una tradición retrasada y no del tiempo donde habrían sucedido los hechos. E es más probable que tales personages eran viajeros meros, con conocimiento de ciencias y de la astrología naturales. ¿Quién dijo que él era, respectivamente, reyes de la India, de Egipto y de Babilônia? ¡De Babilônia, sería imposible! Después del dominio persa, el iniciado con Ciro, el gran, en 539 la CA, Babilônia sabía el período helenístico, cuando entró en decaimiento, desapareciendo antes del principio de la edad cristiana. ¿Término de The?babilônia? aparece, en la nueva voluntad, sólo de la forma del metafórica, asignar Roma pagana, o el mundo apropiado. ¿Cómo Baltazar podía ser rey de un estado desaparecido? ¿E como Melchior podría ser rey de Egipto, si Egipto, desde 30 CA, era la provincia romana? E ni si habla de la India, eso, cuando, fue dividido tan, eso ni si podría hablar en un único gobierno. Conclusión: 7.?O como grado también eran conocidos como el grado del profeta. Este grado, Jesús recibió el nombre simbólico de Issa.
Comentario: Abstrayendo esta historia fantástica según del grado, sin ninguna evidencia --- como el grado, en la albañilería, ella aparecerían en finales del siglo XVII --- la explicación apropiada en el este nombre, más aceptado, es, también, especulación mera: habría sido el nombre de Jesús, cuando de su permanencia en los claustros de Tíbet. ¿Esto, es obviamente asunción mera, incluso así que Raul silba, un místico sin equipaje histórico, en su viejo would?Maçonaria del libro simbólico? --- del ---?um del pensamiento de la compañía del ocultista que publica dice que nuestro hermano ruso, del nombre de Nicktowysk, examina carefullying estos documentos de la antigüedad, en ellos encontró la permanencia de Jesús, durante años, en el convento de Tíbet, allí siendo sabido con el nombre del profeta de Issa. ¿Solamente que nadie sabe quién es Nicktowysk y such?documentos? nunca no habían sido demostrados, qué conduce a la conclusión a ése si los repartos con más un humbug. ¡Más uno! Uno agrega, sin embargo, que, para el Islã --- la religión establecida para el ibn Abdallah (Maomé) de Mohammed, en el siglo VI de la edad actual Adán era el primer profeta y Jesús, a uno de los profetas más perfectos.
Allí de un origen de este título, ese nada tiene que considerar con Tíbet y ni con eventual y fantástico él would?maçonaria de los essênios. los reyes de 8.?
Os Magos también eran maçons.
Comentario: Del libro, en preparation?Manias y Crendices, a nombre de la Masoneria.